A arvore, o bicho, o cheiro da relva,
O homem, o ser, estamos numa selva,
Um quadro pintado, um mundo que leva,
Tudo para o erro, por isso tudo emperra,
Nada aprendemos com a evolução,
Perdemos a essência, perdemos a razão,
O homem avisou, não demos atenção,
A grande ironia e ver a destruição,
Existe o pai rico também o pai pobre,
Quem deve ser rico, quem deve ser nobre?
Cadê o dinheiro que toda vida encobre,
Na hora do adeus, não é ouro que morre,
Ele passa para alguém, que não sabe seu valor,
Gasta, trapaça, a lição do perdedor,
O pai que se foi, nem se lembra do valor,
Da família, do ser próximo não enxerga o amor,
Nobre é o cara que passa para frente,
Que dinheiro não é nada, só papel indecente,
Corroe destrói, de forma permanente,
Aquele que não vê que no fundo somos gente,
Nascemos bonitos conseguimos ser criança,
O tempo que passa nos insere esperança,
Futuro, passado, um presente se alcança,
O dever de viver desfaz muita aliança,
Preso ou livre, o que é liberdade?
Comer ou morrer, qual a realidade?
Amigo, inimigo, o preço da vaidade,
A mídia te destrói, isto é verdade,
E chato comentar sobre o lado sexual,
A continuidade é de animal,
Depende um do outro, depende de casal,
O gay, a lésbica, qual seria o final?
Se tivessem numa ilha sem um tempo real,
Desejo viver, quero me dar bem,
Não preciso mudar, se existo sou alguém,
Eles são ruins e eu não sou ninguém,
Conviver com isso é algo do alem,
Existe pergunta, talvez não a resposta,
Viva, reviva, assim é imposta,
É um que avança e outro que encosta,
Ou você se congela, ou apenas se tosta,
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